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A Ribeira Brava sofre pela sua descentralização?

Sempre se ouviu dizer que a Ribeira Brava era ponto de paragem obrigatório, numa altura em que os autocarros ficavam à beira-mar. As obras da frente-mar e a deslocalização dos autocarros, está associado à falta de movimento que todos falamos.

Mas será que realmente sofremos desta descentralização? Ou será desenvolvimento nos transportes e nas infraestruturas? Com a melhoria da rede viária através das obras do Governo Regional, porque em 40 minutos estamos do outro lado da ilha.

Ao longo dos últimos anos, a Ribeira Brava tem lutado para reverter um pouco esta situação, apostando em novos espaços verdes, requalificando as esplanadas, embelezando o centro da vila e, no último ano, com o apoio do Governo Regional da Madeira, a restauração da nossa marginal que, de momento, é um dos lugares mais procurados para passeios pedestres e atividade física.

Mas isto não é suficiente. É fundamental que os jovens percebam que também somos responsáveis pelo crescimento do nosso concelho e que é através dele que a Ribeira Brava pode continuar a crescer e a progredir tirando proveito das potencialidades emblemáticas e históricas da freguesia. Apesar de hoje em dia ser cada vez mais difícil conseguir jovens que queiram fazer parte da política ativa.

Com o aproximar das eleições autárquicas, a JSD Ribeira Brava considera que existem algumas medidas que podem ser implementadas em prol da mesma, tais como:

  • Criação de um Centro Municipal de Convívio de Juvenil com o prepósito de fomentar as relações interpessoais e entre gerações;
  • Renumeração para os jovens do município que praticassem voluntariado nas instituições do município;
  • Facilidades no pagamento dos parquímetros para os jovens do concelho;
  • Aumento do valor atribuído nas Bolsas de Estudo.
  • Promoção da arte urbana em prédios devolutos, como elemento de valorização do espaço público e como um potenciador de turismo;
  • Desenvolver métodos e condições na zona balnear, de forma, a permitir o acesso a pessoas com mobilidade condicionada até ao mar;
  • Instauração de um Centro Cultural.

Em altura de pandemia, sabendo que a principal fonte de rendimento da região é o turismo, temos de pensar de que forma é que vamos tornar as nossas atrações diferentes e de igual forma como tonar uma Ribeira Brava inigualável. Assim sendo sugerimos:

  • Trabalhar na efetivação dos nossos percursos pedonais e também dos “caminhos de terra”, para aumentar o número de amantes pelo automobilismo de “Todo o Terreno”, com identificação de caminhos e criação de algumas zonas de lazer;
  • Tornar as atrações municipais mais acessíveis, investindo em certos troços dos percursos pedonais, de modo a que uma pessoa com mobilidade reduzida consiga fazê-lo de forma segura e dando oportunidades aos terapeutas, por exemplo, da área da gerontologia, de realizar treino funcional num ambiente mais motivador.

Através destas propostas, percebemos que os jovens querem uma Ribeira Brava renovada, com novas atrações e melhorias significativas. O investimento deve ser descentralizado, de forma a chegar a todas as freguesias.

Assim, mostramos que a geração mais jovem é aquela que terá um papel fundamental no desenvolvimento futuro da nossa região, pois somos uma das gerações mais qualificada e preparada. Somos quem reconhece e aposta em nós.

E voltando à pergunta inicial “A Ribeira Brava sofre pela sua descentralização?” Ribeira Brava não só está desenvolvida, como também está pronta para o futuro.

Viva os Jovens! Viva à Ribeira Brava! Viva à JSD Ribeira Brava!

Ilton Fernandes
Presidente da JSD Ribeira Brava

#LiderarParaTi

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