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Evolução da saúde na RAM

A saúde é um dos temas mais controversos do momento.Mas vale a pena aqui, parar um pouco e refletir sobre a evolução da saúde que a RAM sofreu

 Saúde é um dos temas mais controversos do momento. Incessantes reclamações e problemáticas são abordadas diariamente, quer nos meios de comunicação social, quer junto de pessoas que nos são conhecidas e até desconhecidas. Mas vale a pena aqui, parar um pouco e refletir sobre a evolução da saúde que a RAM sofreu.

A algumas gerações anteriores, questionem a acessibilidade aos cuidados de saúde quer primários (centros de saúde), quer hospitalares;
Questionem a compreensão pelos temas abordados em consulta; questionem a adesão à terapêutica implementada;
Questionem o conhecimento das epidemias vividas; questionem as tecnologias que tinham ao seu dispor para controlar, tratar e monitorizar determinada patologia;
Questionem as complicações que tinham por problemas “simples” de tratar, e a lista continua.

Atualmente, o acesso à saúde é inegável, o aumento de centros de saúde, o aumento do número de rastreios, o acesso a tecnologias que otimizam o tratamento médico, o acesso a medicamentos, o acesso a informações relevantes à saúde, quer através da comunicação social, quer através de ações de formação, projetos, programas e planos específicos. Particularmente, destaca-se aqui o Plano Estratégico do Sistema Regional de Saúde (PESRS) – HORIZONTE 2020, baseado num referencial teórico que permite identificar os problemas, selecionar as estratégias de promoção da saúde e prevenção da doença e catalisar a gestão integrada da doença, incluindo metodologias de diagnóstico precoce, tratamento adequado, minimização dos efeitos da doença de evolução prolongada e o seu controlo e a reabilitação adequada.

Paralelamente, e de acordo com os princípios nacionais, nomeadamente, a redução da mortalidade prematura (abaixo dos 70 anos), a melhoria da esperança de vida saudável (aos 65 anos), e ainda a redução dos fatores de risco relacionados com as doenças não transmissíveis, como a obesidade infantil e o consumo e exposição ao tabaco, estabeleceu-se 3 Eixos Estratégicos transversais: Cidadania em Saúde, Acesso e Qualidade dos Cuidados de Saúde e Políticas Saudáveis. Como exemplo de ação a realizar no primeiro eixo temos a implementação de estratégias de médio e longo prazo de comunicação e marketing social; no segundo eixo a avaliação e divulgação da qualidade e custo-efetividade da prática clínica, de forma rigorosa e transparente, contribuindo para uma cultura de construção de conhecimento e de boas práticas; e por fim , no terceiro eixo, o desenvolvimento das estratégias, políticas e práticas de cidadania em saúde, transversais, intersectoriais e multidisciplinares.

Adicionalmente, neste plano, a fim de controlar e colmatar as doenças crónicas mais reportadas na RAM criou-se ainda a estratégia regional para a diabetes; estratégia regional para doenças cardiovasculares e AVC; estratégia regional para doenças oncológicas e a estratégia regional para doenças respiratórias crónicas. Para além disso, engloba ainda os cuidados de saúde primários, que dá especial
atenção à prevenção da doença e promoção da saúde, e cuidados hospitalares, que engloba o foco na qualidade e acesso à saúde.

O PESRS-HORIZONTE 2020 é apenas um dos inúmeros trabalhos desenvolvidos com vista a otimizar a saúde de toda a população da RAM.

Um longo caminho a percorrer, sem dúvida. Mas nunca devemos esquecer tudo o que já foi e está a ser alcançado.

Joana Abreu
Militante da JSD Madeira

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