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Frente MarFunchal

O Funchal não esquece a novela em que se tornou a Frente Mar.

Uma empresa outrora amplamente vista como um protótipo de gestão do património público passou subitamente, e após o ano de 2013, a apresentar resultados negativos.

Rapidamente deixou de ser vista como uma empresa constituída para satisfazer os interesses dos madeirenses passando agora a ser, como muitas vezes foi apelidada, uma agência de emprego do Partido Socialista.

Foi precisamente após este ano que se passaram a verificar vários prejuízos. A empresa tinha até há bem pouco tempo um passivo de 1,7 milhões de euros e, a este descalabro das finanças, juntam-se ainda dívidas à Autoridade Tributária e à Segurança Social. Estes resultados deixam transparecer a gestão danosa feita desde então pelas garras dos socialistas. São estas garras que, dotadas de uma espécie de toque de midas invertido, arruínam, aliás, como é habitual, tudo aquilo com que entram em contacto.

De lamentar ainda todas as peripécias de que foi palco. Após aprovação em 2019 e 2020, na Assembleia Municipal do Funchal, da contratação de uma auditoria externa com o fim de se examinar as atividades que vinham sendo desenvolvidas pela empresa e, após nada ter sido feito nesse sentido, veio-se a saber que o próprio executivo municipal contratou uma auditoria sem informar ninguém. Os resultados desta auditoria, como já era de esperar, foram, ao longo destes 8 anos de governação socialista, completamente adulterados.

Todas estas facetas fazem, legitimamente, com que se levantem suspeitas sobre a gestão da empresa, na qual a própria Câmara Municipal do Funchal é a única acionista.

Apressadamente a dissolução da FrenteMar, constituída em 2004, passou a ser a única solução. Ficaram patentes a desconsideração e indiferença que os socialistas e seus aliados têm pelos trabalhadores desta empresa.

São estes trabalhadores, 115 no total, que ficam com a vida em suspenso e sem saber o que o futuro lhes reserva.

É necessário que se salvaguardem os seus postos de trabalho, que se mantenham os respetivos proventos bem como o pagamento dos salários em atraso.

Henrique Carreira
Militante da JSD Madeira

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