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Mobilidade

Hoje em dia, apesar de todos os constrangimentos inerentes à insularidade, são muitos os jovens madeirenses que estudam fora da Região. Trata-se de uma fase crucial na vida destes jovens, que saem do seu “ninho” e rumam em direção a uma nova etapa das suas vidas. Esta fase, apesar de revestida de inúmeras mudanças, pressupondo um período normal de adaptação, assume um impacto muito positivo nos seus processos de desenvolvimento, quer a um nível mais pessoal bem como profissional, fomentando maior resiliência. Todavia, não se pode descurar a necessidade e importância (emocional) dos estudantes terem a possibilidade de estar presencialmente com as suas famílias. O Programa Estudante Insular (implementado pelo Governo Regional da Madeira) veio ajudar a colmatar, de forma significativa, as dificuldades sentidas pelas famílias aquando a compra das passagens aéreas para os jovens estudantes deslocados,  que nas épocas mais altas (tais como Natal, Páscoa, entre outras) confrontavam-se com  preços exorbitantes (inflacionados), que por si só, determinavam a impossibilidade da vinda dos estudantes a casa. O que para além de ser injusto e inconstitucional, minando a possibilidade de continuidade territorial, gerava todo um conjunto de sentimentos e emoções mais negativos. Importa voltar a referir que a presença da família, de uma forma suficientemente permanente na vida dos jovens estudantes assume grande importância no equilíbrio e estabilidade emocional dos mesmos, com grande impacto a nível motivacional (incentivando a alcançar os resultados que tanto pretendem a nível académico). Hoje em dia, através do Programa anteriormente referido é possível aos estudantes irem até as suas casas, selecionando as épocas mais significativas e sem o grande constrangimento e bloqueio da parte financeira.
Há umas semanas foi, também, aprovado na Assembleia da República o diploma que vem alterar o atual modelo de subsídio social de mobilidade. Uma conquista do PSD Madeira que já persiste há cerca de 3 anos. Mais uma vez, o nosso partido demonstra a luta diária que tem pelos direitos e interesses dos cidadãos da Madeira e do Porto-Santo. A partir de 2020, os residentes passarão a pagar apenas 86 euros pelas passagens aéreas e os estudantes continuarão a pagar os 65 euros (teto máximo de 400 euros). É de frisar, também, que no passado dia 6 de agosto deste ano, o Presidente da República promulgou estas alterações feitas ao subsídio de mobilidade.
O PSD Madeira trabalha continuamente em prol da causa pública, em prol dos interesses e necessidades de todos os cidadãos da Madeira e do Porto Santo. Esta nossa conquista é o reflexo de uma ação continua, do excelente trabalho que tem sido levado a cabo pelo nosso partido. A bem da verdade, da justiça e da equidade, os cidadãos que residem nas ilhas têm de ter os mesmos direitos e as mesmas oportunidades que os portugueses que residem em Portugal continental.
Esta nova medida, para além de beneficiar todos os residentes da RAM, traz consigo uma vantagem acrescida, no que toca à deslocação dos estudantes. Desta forma, tanto os estudantes, bem como os seus familiares poderão passar a deslocar-se sem constrangimentos, minimizando o impacto da distância, outrora acentuada por uma questão financeira. Tudo isto não seria possível sem o nosso atual modelo de subsídio social de mobilidade.

#LiderarParaTi

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