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O Impacto Económico do Covid-19 na Região Autónoma da Madeira

Coronavirus é um tema que deixa qualquer madeirense e porto-santense em estado de alerta. O surto que começou na China, em Dezembro e espalhou-se por mais de 146 países e territórios, levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Era inevitável que esta situação, mais cedo ou mais tarde, nos fosse atingir. Infelizmente no dia 18 de março de 2020 o pior aconteceu, e esta pandemia levou a que fosse declarado o Estado de Emergência em Portugal.

A Região Autónoma da Madeira é um arquipélago que tem como principal motor económico o Turismo. Este que representa 25% do PIB Regional, sendo o responsável directo por 20 mil postos de trabalho, que serão os principais lesados da atual crise.

Por isso, a Madeira e o Porto Santo atravessam agora tempos difíceis e de incerteza, fruto de emergência de Saúde Pública, que provocará uma recessão económica dada a natureza das medidas preventivas e o seu impacto no abrandamento da actividade económica. Este cenário acaba por criar insegurança em todo o mercado inclusive no comércio local/ tradicional, que por serem empresas mais pequenas acabam por sentir os efeito desta pandemia. Apesar de estarem ligados a outros nichos, são negócios que, estando fechados, acabam por ser também prejudicados devido às recomendações da DGS.

Felizmente, e graças à sua boa governação, a Madeira registou pelo sétimo ano um saldo orçamental positivo, o que permitiu uma capacidade de financiamento de 38 milhões de euros da Administração Pública Regional. Essa capacidade será usada para concretizar medidas de mitigação face ao impacto de Covid-19, medidas estas que salvaguardam o interesse dos nossos madeirenses.

É importante salientar, também, que o Governo Regional, através das medidas direccionadas para a actividade económica, lançou um conjunto de linhas de crédito para os mais diversos sectores cujo intuito é permitir a todos os empresários um apoio de forma a salvaguardar o seu negócio e/ ou empreendimento mantendo assim a empregabilidade de muitos madeirenses.

Não será fácil superar esta fase. Depende de mim, de ti e de todos nós, pois temos o poder e, principalmente, o dever de ajudar a recuperar nossa economia. Assim que ultrapassemos esta pandemia, devemos frequentar os nossos restaurantes, os cafés, as mercearias, e consumir produtos locais, pois só assim conseguiremos todos juntos fazer a nossa Madeira voltar a crescer e a sorrir.

Faz que com tudo isto passe rápido, fica em casa!

Eduardo Abreu
Vogal do Secretariado da JSD Madeira

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