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Tecnologias: menos distâncias, mais oportunidades?

Em pleno século XXI, podemos constatar o potencial das tecnologias em diversas áreas.

É de salientar a sua importância na criação de meios de comunicação cada vez mais sofisticados, ultra-rápidos e de melhor resolução, que promovem a interação à distância e a partilha de informação em tempo real.

Têm-se revelado uma mais valia ao nível na área da saúde, auxiliando, por exemplo, na investigação de terapêuticas cada vez mais eficazes, no desenvolvimento de formas alternativas de intervenção cirúrgica de grande precisão assim como na criação de equipamentos auxiliares para pessoas com incapacidade física e motora.

São igualmente fulcrais para a promoção da sustentabilidade ambiental através do desenvolvimento de energias renováveis, como a energia eólica e a energia solar, e de veículos mais ecológicos.

Por outro lado, promovem o convívio, através das tão conhecidas redes sociais, e permitem a transmissão de aulas síncronas de exercício físico, ambos fundamentais para a manutenção da sanidade mental em período de quarentena.

Particularmente, neste período de Pandemia por Covid-19, as tecnologias têm-se apresentado como vias alternativas à atividade económica tradicional, através, por exemplo, do teletrabalho e do comércio eletrónico, proporcionando a aquisição de bens e serviços, a partir de qualquer ponto do país.

Constituem também uma ferramenta de educação, através das aulas por videoconferência, acesso a plataformas educativas, realização de workshops online, entre outras possibilidades.

No entanto, é fulcral que o acesso às mesmas seja assegurado e extensível a toda a população. Este acesso é a priori quase tomado como garantido, no entanto não constitui uma realidade nalgumas famílias.

Nesta altura em que há uma forte componente de ensino à distância, surge a necessidade de se garantir a todos os alunos igual acesso à educação. O facto de nem todos os estudantes terem computadores e acesso à internet cria uma situação de clara desigualdade.

Uma vez mais, o PSD não permaneceu indiferente, solicitando a criação de “cheques-informáticos” para as famílias de menores rendimentos.

A nível regional, mais concretamente, procurou-se saber, através do contacto com as escolas, o número de alunos sem computador e/ou internet, de forma a se poder colmatar essa lacuna.

É por estas e por outras razões, que a Madeira continua no rumo certo.

Joana Correia
Militante da JSD Madeira

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